Mentiras e crendices sobre vinho e sexualidade

Mentiras sobre o vinho:

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– Muitas pessoas erroneamente acreditam que enólogo e enófilo é a mesma coisa. Ambos são amantes do vinho, porém enólogo é o profissional de formação de nível superior (que cursou faculdade de enologia ou de agronomia, dependendo do país), capacitado a trabalhar na produção de vinhos em todas as suas etapas. O enófilo é simplesmente um amante do vinho. Luiz Groff, um baita cronista curitibano e grande entendedor de vinhos, de maneira magistral, fala dessa diferença: enólogo é o indivíduo que diante do vinho toma decisão, e enófilo é aquele que diante de decisão toma vinho.

– Beber e degustar também não são a mesma coisa. Outra confusão bastante comum é entre os termos beber e degustar. Geralmente afirmo que, quando você está com sede deve beber água, e quando procura prazer deve degustar vinho. Para o mestre Emile Peynaud, “degustar é submeter aos nossos sentidos um vinho para assim conhecê-lo, determinando suas características organolépticas e, finalmente, apreciá-lo”. É o beber prestando atenção.

– O melhor vinho é o mais velho. Uma das maiores mentiras se dá com a colocação de que os vinhos são melhores quando mais velhos. A maioria deles não é feita para serem envelhecidos, mas para serem degustados ainda jovens. A quase totalidade dos vinhos brancos secos deve ser degustada nos primeiros dois anos, enquanto que os tintos, nos primeiros três ou quatro anos. Alguns poucos vinhos tintos e brancos franceses, espanhóis, italianos e portugueses e, mais raramente, do Novo Mundo, envelhecem bem e, em geral, ganham com esse processo. É bom lembrar sempre que gosto é uma questão pessoal, portanto, as mudanças que se processam no vinho durante a guarda não têm que agradar a todos.

Mentiras sobre a sexualidade:

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– A masturbação não vai tirar o lugar do seu amado nem o seu lugar ao lado dele. Segundo especialistas, na maioria dos relacionamentos, a masturbação é parte saudável do sexo. Estudos comprovam que quanto mais você faz sexo, mais vontade tem e isso inclui a masturbação também. Por isso, é uma inverdade acreditar que esse prazer é solitário, um recurso derradeiro.

– É mentira acreditar que o ato sexual é sempre bom ou sempre ruim. Hábitos sexuais são cíclicos. Antes de diagnosticar que a relação está com sérios problemas, tire um minuto para avaliar o seu estilo de vida e os hábitos diários. É hora de pensar nas circunstâncias que contribuíram para o sexo ser bom e as que transformaram esse momento mágico em algo… sem graça. E, se você não vive sem a sua novela ou o futebol, grave e veja depois. Depois do sexo.

– É uma inverdade acreditar que o álcool possa sempre aumentar o prazer. O que é verdadeiro é que em pequenas doses ele pode liberar o desejo. Estudos mostram que enquanto uma ou duas taças de vinho deixam o casal mais solto e aberto para o amor, qualquer gota a mais pode atrapalhar a concentração e a coordenação, dificultando a ereção, no homem, e o orgasmo, na mulher. É bom localizar o seu limite e não ultrapassá-lo, senão você pode determinar que a noite termine junto com o drinque.

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